segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Alvor perdido no tempo - Interior do Castelo de Alvor


sábado, 28 de dezembro de 2013

Alvor perdido no tempo - Interior do Castelo de Alvor


quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Fíguras Típicas de Alvor - Raul de Alvor


Raul de Alvor é o nome pelo qual é popularmente conhecido Raul do Espírito Santo Marques, nascido em Alvor em 19/02/1927 e falecido em 08/04/2003.
Figura típica da vila de Alvor.
Vitimado por uma meningite quando tinha 3 anos de idade, tal doença veio a ter reflexos na sua futura.
Mariscador da Ria de Alvor, desde cedo acompanhava o seu pai, vendedor de peixe, no seu negócio, percorrendo longas distâncias, descalço, a vender peixe, ou o berbigão que apanhava.
Figura bastante conhecida na vila, gostava de apregoar, praguejar e cantar, acompanhando as canções que eram entoadas na Igreja de Alvor.
Participou numa peça de teatro no Boa Esperança, em Portimão.
Chegou a dar entrevistas na rádio, destacando-se uma que deu a Ilídio Poucochinho, na Rádio Portimão, em Março de 1986, que pode ser ouvida aqui:





Texto retirado daqui

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Alvor perdido no tempo - Ribeira de Alvor nos anos 1990


domingo, 22 de dezembro de 2013

Alvor perdido no tempo - Ribeira de Alvor nos anos 1990


sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Alvor perdido no tempo - Interior do Castelo de Alvor


quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Alvor perdido no tempo - Ribeira de Alvor nos anos 1990


segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Alvor perdido no tempo - Interior do Castelo de Alvor


sábado, 14 de dezembro de 2013

Alvor perdido no tempo - Ribeira de Alvor nos anos 1990


quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Alvor perdido no tempo - Ribeira de Alvor nos anos 1990


terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Alvor perdido no tempo - Interior do Castelo de Alvor




domingo, 8 de dezembro de 2013

Alvor perdido no tempo - Ribeira de Alvor nos anos 1990


sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Alvor perdido no tempo - Interior do Castelo de Alvor


quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Alvor perdido no tempo - Ribeira de Alvor nos anos 1980


segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Alvor perdido no tempo - Ribeira de Alvor nos anos 1960/1970


sábado, 30 de novembro de 2013

Alvor perdido no tempo - Exterior do Castelo de Alvor


quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Alvor perdido no tempo - Ribeira de Alvor nos anos 1960/1970


terça-feira, 26 de novembro de 2013

Alvor perdido no tempo - Interior do Castelo de Alvor


domingo, 24 de novembro de 2013

Alvor perdido no tempo - Ribeira de Alvor nos anos 1960/1970


sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Alvor perdido no tempo - Ribeira de Alvor nos anos 1960/1970


quarta-feira, 20 de novembro de 2013

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Alvor perdido no tempo - Ribeira de Alvor nos anos 1960/1970


sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Alvor perdido no tempo - Praça da República nos anos 1990


quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Alvor perdido no tempo - Vista tirada da Ribeira


sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Época Bárbara

Apesar de ter sido conquistado pelos chamados povos bárbaros (vândalos, alanos, suevos e depois visigodos) na época ou período das migrações ou invasões bárbaras, a cultura romana e o cristianismo permaneceram. No ano de 552, o atual Algarve foi reconquistado pelo Império Romano do Oriente ou Império Bizantino (então governado pelo imperador Justiniano I), aos visigodos, governo esse que durou até 571, quando o rei Leovigildo o conquistou novamente para o reino visigodo.


Noticia retirada daqui

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

O Algarve na Época Romana

Época Romana
Antes da integração definitiva dos cónios no Império Romano, durante o período que vai de cerca de 200 a.C. a 141 a.C. estes estavam sob forte influência romana mas gozavam de elevado grau de autonomia. Devido, em parte, ao relacionamento favorável com os romanos, os cónios haviam tido alguns conflitos com os lusitanos que, sob a liderança de Cauceno (Kaukenos), o chefe lusitano anterior a Viriato, tinham conquistado durante algum tempo o seu território, incluindo a capital, Conistorgis (de localização ainda desconhecida, num monte a norte de Ossonoba, atual Faro, ou talvez Castro Marim?) no ano 153 a.C. Em parte devido a esse conflito com os lusitanos e em parte devido à influência cultural das civilizações mediterrânicas, ao contrário de muitos dos povos pré-romanos de Portugal, foram aliados dos romanos durante algum tempo e não seus adversários, diferindo da atitude de outros povos tais como os lusitanos, os célticos e os galaicos, que foram fortes opositores à conquista romana. 


Apesar disso, um pouco mais tarde, no contexto das guerras lusitânicas, no ano 141 a.C., os cónios revoltaram-se contra os romanos, juntamente com os túrdulos da Betúria (também denominados betures), mas foram derrotados por Fábio Máximo Serviliano, procônsul romano, e integrados definitivamente no Império Romano. Nos séculos que se seguiram, a população nativa (cónios) foi fortemente romanizada, adotando o latim como língua, e integrada em termos culturais, políticos e económicos na civilização romana e no seu império. O Algarve, então denominado Cyneticum (Cinético), fez parte do Império Romano, integrado primeiro na província da Hispânia Ulterior e, mais tarde, na província da Lusitânia, durante mais de 600 anos, desde cerca de 200 a.C. até ao ano 410 d.C., ostentando cidades relevantes tais como Baesuris (atual Castro Marim), Balsa (próxima de Tavira), Ossonoba (atual Faro), Cilpes (atual Silves), Lacobriga (atual Lagos e Myrtilis (atual Mértola) ) pois, nessa época, também pertencia ao Cyneticum. Durante a época romana, teve um desenvolvimento cultural e económico significativo (agricultura, pesca e manufatura), beneficiando muito do facto de ser uma importante região de produção agrícola. 

Nessa época, a região exportava principalmente azeite e garum (um condimento feito a partir de peixe), ambos os produtos eram muito apreciados no Império Romano. A sua localização geográfica também era importante em termos de apoio às rotas de navegação marítima entre os portos romanos do mar Mediterrâneo e os do Oceano Atlântico, na Hispânia, Gália e Britânia. Os rios Guadiana (Anas) e Arade (Aradus) serviam de rotas de navegação fluvial de contato com o interior e continuariam a sê-lo durante muitos séculos. Também, em termos de localização geográfica, foi importante o facto da região estar logo a oeste da Bética Bética (que corresponde, em grande parte, ao território da atual Andaluzia), uma das províncias cultural e economicamente mais desenvolvidas da Hispânia e do Império Romano (região de origem de importantes figuras tais como o erudito e filósofo Séneca, o agrónomo Columela e dos imperadores Trajano e Adriano).

Todos estes factores contribuíram para a prosperidade do Algarve durante muitos séculos. Em termos culturais, a época romana também assistiu à difusão do cristianismo na Hispânia, incluindo a Lusitânia e atual Algarve a partir de meados do século I d.C., mas seria a partir do século IV d.C., com a publicação do Édito de Milão, no ano 313 d.C. pelo imperador Constantino (que concedia liberdade de culto aos cristãos), que o cristianismo se difundiria mais e ganharia importância significativa na região com a conversão de muita da população nativa, embora as religiões animistas ou pagãs tenham permanecido durante mais alguns séculos.


sexta-feira, 30 de agosto de 2013

O Algarve na Época Pré-Romana

Época Pré-Romana 
Na época pré-romana era habitado pelos cónios, cúneos ou cinetes , um povo (formado por várias tribos) de filiação linguística e étnica possivelmente celta ou ibera, cujo território incluía toda a atual região e ainda o sul do atual distrito de Beja. Esse antigo território dos cónios ia da foz do rio Mira à foz do Guadiana, pelo litoral, e da foz do rio Mira passando pela área das nascentes do rio Sado e pelas ribeiras de Terges e de Cobres até à confluência desta última com o Guadiana e descendo pela margem direita ou oeste desse rio novamente até à sua foz, pelo interior, abrangendo assim toda a área da Serra do Caldeirão (também denominada Serra de Mu) e seu planalto. É possível que fossem relacionados com os tartessos (povo cuja filiação linguística e étnica também ainda não está plenamente conhecida ou determinada), mas não eram o mesmo povo, tal como diversos autores da Antiguidade clássica, por exemplo, Estrabão e Plínio, o Velho, afirmavam. Devido ao nome do povo nativo, conii ou cynetes (cónios ou cinetes em latim), o Algarve, na época romana, era denominado Cyneticum (Cinético) . O território deste povo situava-se muito próximo de uma antiga civilização nativa da Península Ibérica, a de Tartessos (que se desenvolveu no oeste da atual Andaluzia), na bacia do rio Guadalquivir (antigo Betis). Devido a isso, os cónios foram muito influenciados por esta antiga cultura ou fizeram mesmo parte dessa civilização. Também foram influenciados pelas civilizações mediterrânicas (grega, romana, cartaginesa) ainda antes da época romana e eram um dos povos culturalmente mais avançados do atual território de Portugal e mesmo da Península Ibérica de então, pois já tinham conhecimento da linguagem escrita, tendo mesmo criado e desenvolvido uma escrita própria, a escrita do sudoeste, que também pode ser designada escrita cónia. Durante séculos, o atual Algarve (então denominado Cyneticum) foi ponto de passagem para vários povos, incluindo tartessos, fenícios, gregos e cartagineses.

terça-feira, 27 de agosto de 2013

História do Algarve

O Algarve da palavra Árabe (الغرب, al gharb) que significa "o oeste" é a região mais a sul de Portugal continental. Com uma área de 5 412 km² e uma população de 451 005 habitantes (Censos 2011)2 (0,06% da população da Europa e 4,27% da população de Portugal), constitui a região turística mais importante de Portugal e uma das mais importantes da Europa. O seu clima temperado mediterrânico, caracterizado por Invernos amenos e curtos e Verões longos, quentes e secos, as águas tépidas e calmas que banham a sua costa sul, as suas paisagens naturais, o património histórico e etnográfico e a deliciosa e saudável gastronomia são atributos que atraem milhões de turistas nacionais e estrangeiros todos os anos e que fazem do Algarve a região mais visitada e uma das mais desenvolvidas do país. O Algarve é actualmente a terceira região mais rica de Portugal, a seguir a Lisboa e à Madeira, com um PIB per capita de 86% da média da União Europeia.

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Ria de Alvor


O Rio Alvor (ou Ria de Alvor) é um pequeno rio português, resultante da união de quatro cursos de água nascidos na encosta Sul da Serra de Monchique: a ribeira do Farelo e a ribeira da Torre (que desaguam na sua margem a nascente) e a ribeira de Odiáxere com a sua aflente ribeira do Arão (que desaguam na margem poente). A partir daí estabelece uma ria alargada, que constitui a fronteira natural entre as freguesias de Odiáxere (concelho de Lagos), Mexilhoeira Grande e Alvor (concelho de Portimão).

A Ria de Alvor está reconhecida como Sítio de Importância Comunitária (PTCON0058). Dela fazem parte dunas cinzentas, praias e estuários, terrenos agrícolas, mato semi-natural, pinhal e sapais salgados, além de abrigar espécies e habitats de interesse comunitário, conforme a Directiva Habitats. As duas maiores propriedades na Ria de Alvor são a Quinta da Rocha e a Abicada .

The Rio Alvor (or Ria de Alvor) is a small river Portuguese, resulting from the union of four watercourses born in south slope of the Serra de Monchique: the banks of the river Bran and Tower (which flow in your room to the east) and Odiáxere creek with its aflente banks of Aaron (which flow into the west bank). From then establishes a broad estuary, which forms the natural boundary between the parishes of Odiáxere (municipality of Lagos), Mexilhoeira Grande and Alvor (Portimão).

The Ria de Alvor is recognized as a Site of Community Importance (PTCON0058) .1 Her part gray dunes, beaches and estuaries, agricultural land, semi-natural forest, pine forest and salt marshes, besides hosting habitats and species of Community interest, as the Habitats Directive.
The two largest properties in the Ria de Alvor are the Quinta da Rocha and Abicada.

terça-feira, 13 de agosto de 2013

O Castelo de Alvor


O Castelo de Alvor, também denominado como Castelo de Albur ou Forte de Alvor, localiza-se na vila e freguesia de Alvor, Concelho de Portimão, Distrito de Faro, em Portugal.

Em posição dominante sobre uma elevação, fronteiro ao oceano Atlântico, é considerado um expressivo monumento militar no Algarve, tendo a sua história associada ao do vizinho Castelo de Silves.

A recente pesquisa arqueológica evidenciou que a primitiva ocupação humana deste local é muito antiga, aqui tendo se localizado Ipses, um importante centro comercial pré-romano fortificado, que manteve a sua atividade durante a ocupação Romana e após. À época da ocupação Muçulmana, o sistema defensivo deste povoado se adensou, embora não esteja ainda totalmente compreendido pelos estudiosos: a defesa proporcionada pelo castelo Mouro era reforçada por redutos complementares, entre este e o mar.

No contexto da campanha da conquista de Silves, Sancho I de Portugal (1185-1211), tentou a tomada de Alvor desde 1187. Mais tarde, com o reforço de uma armada de Cruzados oriundos da Dinamarca e da Frísia, assaltaram e conquistaram o Castelo de Alvor (1189), antecipando o cerco e tomada do Castelo de Silves, na dependência de quem se inscrevem. A posição de Silves foi mantida pelos cristãos até 1191.

Embora tenha se mantido como uma das principais povoações do Algarve, devido à excelência de sua enseada, aqui tendo falecido o rei D. João II (1481-1495), não foram localizadas informações acerca da evolução da arquitectura militar da vila e seu castelo.


À época da Dinastia Filipina, na passagem do século XVI para o XVII, no contexto dos conflitos entre a Espanha e as potências do Norte, as fortificações marítimas algarvias foram modernizadas e reforçadas. Sobre Alvor, Alexandre Massai, engenheiro-militar napolitano a serviço da Espanha, referiu a sua defesa como um fortezinho pequeno, quadrado (Descripção do Reino do Algarve..., 1621), ineficaz diante da capacidade da artilharia da época. Esse motivo contribuiu para o abandono da estrutura, em favor de novas fortificações, concentradoras de forças em pontos-chaves do litoral sul de Portugal.

Diante da perda de sua função defensiva, o castelo foi progressivamente sendo envolvido pelo crescimento da povoação ao longo dos séculos, vindo a cair em ruínas. Em fins do século XX, o castelo foi considerado como Imóvel de Interesse Público, por Decreto de 25 de Junho de 1984, tendo sido transformado em um jardim infantil, em comemoração à conquista cristã da vila.

O castelo apresenta planta quadrangular, com as suas muralhas, à moda islâmica, erguidas com blocos de pedra irregulares dispostos horizontalmente, elevando-se a mais de cinco metros de altura em diversos trechos. A existência de um adarve é deduzida pela existência de uma escada adossada ao setor sul da muralha, embora o estado atual do monumento não permita afirmar se os muros eram ameados.

A porta principal de acesso, em cotovelo, é o último elemento original remanescente, acreditando-se que tenha sido originalmente defendida por uma torre albarrã. A leste, observam-se os restos de uma torre que, conforme a sua altura, teria permitido a observação do movimento na enseada. Acredita-se que o atual Castelo de Alvor corresponda apenas à primitiva alcáçova islâmica. A vila também deve ter sido originalmente cercada por uma cintura de muralhas, que não chegou até aos nossos dias.

sábado, 10 de agosto de 2013

História de Alvor

Alvor é uma freguesia portuguesa do concelho de Portimão, com 15,25 km² de área e 6 154 habitantes (2011). Densidade: 403,5 hab/km².

Limita com as seguintes freguesias: Mexilhoeira Grande (N), Portimão (E) e Odiáxere (O).

Terra de tradição marítima e piscatória, de profundas crenças religiosas, assinaladas pela Igreja Matriz, donde se destaca o seu pórtico principal de grande riqueza decorativa, esteve desde sempre sujeita aos infortúnios da faina e infortúnios do mar. Hoje, paralelamente com a pesca de cariz artesanal, a restauração, o comércio e o turismo são as actividades económicas principais.

Alvor é conhecida pelas suas praias e pela sua aldeia piscatória junto à foz do rio.

Em Alvor faleceu, em 25 de Outubro de 1495, el-rei de Portugal D. João II. Pouco tempo depois, D. Manuel elevou-a a vila sede de concelho, estatuto que viria a perder no início do século XIX. O pequeno município era constituído apenas pela vila e tinha, em 1801, 1 288 habitantes.

Embora seja costume ouvir os visitantes ou pessoas de fora chamar "O Alvor" à vila, quando a designação "O Alvor" se refere ao rio com o mesmo nome. Para alguém se referir a Alvor, simplesmente deve indicar Alvor ou vila de Alvor.

O nome desta vila, contrariamente ao que se poderá pensar, não significa alvorada, início do dia, mas sim fortaleza, castelo, derivando do árabe al-burdj.

A sua principal indústria é o turismo.

Existe um aeródromo em Alvor (montes de Alvor/Penina), conhecido frequentemente por (PTM) /Portimão.

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