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sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Entre dunas e ria, esvoaça um mundo de pássaros


Em Alvor, o maior passadiço do Algarve parece dividir para unir. De um lado, o estuário da ria. Do outro, o cordão dunar. De um lado, o longo areal. Do outro, os os resorts. De um lado, a natureza. Do outro, os veraneantes. Mundos diferentes em comunhão, como os bandos que esvoaçam nos binóculos.

Não há como nos enganarmos. Calças e calções beges, meias a despontar dos sapatos de caminhada, binóculos ao pescoço e, no ombro, um monóculo com tripé. Marcial Felgueiras e Guillaume Réthoré destoam dos desportistas e veraneantes madrugadores com quem nos cruzamos a esta hora no passadiço de Alvor, junto a Portimão. Passa pouco das 8h de uma manhã em final de Julho, começa a fervilhar o pico da época balnear algarvia.

O passadiço em madeira de Alvor ganhou o epíteto de maior da região no ano passado, ao chegar à linha de meta que as falésias recortadas da praia dos Três Irmãos impõem à língua de areia que se desenrola, branda, desde o molhe nascente da ria. Há seis anos, no entanto, que A Rocha Life — ramo turístico da organização ambiental que nasceu em Alvor há 34 anos e que entretanto se espalhou pelo mundo — realiza aqui um dos seus passeios para observação de aves (quatro horas, 3km, 40€). 

São dessa altura os primeiros troços de madeira que serpenteiam entre as dunas e o sapal, integrados no percurso “Ao sabor da maré”, já em plena área classificada da Rede Natura 2000. A associação colaborou na homologação do trilho pedestre, mas desta vez não o percorreremos na totalidade. Saltitamos, antes, entre o “estradão” de terra batida e parte dos passadiços que unem as margens salobra e salgada, no encalço das aves que habitam a ria e aquelas que vêm nidificar nesta altura do ano. Como é o caso dos borrelhos-de-coleira-interrompida. “Estão cá e já devem ter crias. Vamos ver se os encontramos”, desafia Marcial Felgueiras, director de operações da empresa.

 Nos últimos anos, a equipa tem monitorizado a população nidificante de borrelhos nas dunas de Alvor, em declínio a nível mundial. Chegaram a contabilizar-se 30 casais. “Agora nem perto.” Este ano, no entanto, o projecto está suspenso por falta de verbas e não sabem ao certo quantas aves escondem crias entre os tufos de gramíneas. Os pequenos limícolas de bico negro constroem os ninhos sobre a areia “na extremidade das dunas”, lá à boca da ria, longe dos apoios de praia e dos estacionamentos, onde existem níveis mais baixos de perturbação humana. É para lá que segue o passeio, de olhos entre o céu e a vegetação.

Pouco caminhamos até à primeira paragem. Um bando de pintassilgos e alguns pintarroxos (distinguem-se pelas manchas avermelhadas no peito e na testa) estão empoleirados em fios dourados de estorno, a planta mais abundante nas dunas de Alvor. Guillaume ajusta o monóculo e, por momentos, temos a ilusão de quase tocarmos no rasgo amarelo das asas, na cauda negra pintalgada de branco. “Gostam muito de estar por aqui porque se alimentam das sementes das gramíneas”, descreve Marcial. Guillaume é o guia, mas é o director quem vai tomando a palavra. A Gui, para facilitar, interessam sobretudo as conversas que se desenham no céu e dele mal tira os binóculos, com a paciência infinita de quem sabe que esta não é a melhor altura para a observação de aves. “Tal como os humanos, preferem resguardar-se nas sombras quando está muito calor”, retoma Marcial. Há seis anos que o biólogo francês se mudou para o Algarve, depois de ter trabalhado pela primeira vez n’A Rocha, em 2007, ao abrigo do Serviço Voluntário Europeu. “De Outubro a Março é bonito e, no Inverno, muito especial”, resume num sorriso tímido.

Dos esquivos borrelhos nem sinal, mas o passeio vai sendo brindado por outros voos. Cotovias-de-poupa, fuinhas dos juncos, andorinhas-dos-beirais, andorinhas-das-chaminés e andorinhas-daurica — muito parecidas com as segundas, mas com a cauda preta. “Parece que têm umas calças vestidas”, descreve Marcial. Pousa um cartaxo na vegetação seca, ouve-se um maçarico. Lá ao fundo, de patas enterradas nos sapais, vêem-se ostraceiros e gaivotas. “Não estou a apontar muito para elas porque são comuns mas avistam-se cinco espécies nesta altura do ano”, indica Guillaume. A saber: gaivota-de-patas-amarelas, gaivota-de-cabeça-escura, gaivota-de-asa-escura, gaivotão-real e guincho.

Esta zona da ria, encaixada entre os ribeiros e o mar, não é o melhor sítio do Algarve para a observação de aves, confessam. Mas integra “dois habitats muito próximos e bastante diferentes”: o dunar e o estuarino. Numa caminhada curta e fácil é possível avistar várias espécies e compreender os diferentes ecossistemas, programa ideal para famílias e para promover programas de educação ambiental e de consciencialização da população. É essa a grande vantagem dos passadiços, defende Marcial: “Usufruir da paisagem sem destruir o ecossistema.” E acaba por “encorajar a actividade física e o contacto com a natureza”.

Numa encosta arenosa colada ao caminho de terra batida, juras de amor são eternizadas em palavras desenhadas a seixos sobre a areia. Uma garça-real e uma garça-branca alimentam-se na margem, junto aos veleiros que se aninham aos pés da vila de Alvor. O melhor estaria guardado para o fim: um casal de coloridos abelharucos escavou um ninho num dos bancos de areia de uma pequena lagoa e um juvenil espera por comida junto à entrada da toca. “Chegam nos últimos dias de Março e vão-se embora nos primeiro dias de Setembro”, precisa Guillaume.

O passeio termina junto ao restaurante Restinga, com quem têm uma parceria desde o ano passado (passeio de uma hora e bebida, salada ou refeição por preços que vão dos 25€ aos 50€). Foi Filipe Esteves, o proprietário, quem tomou a iniciativa. “A minha família tem o restaurante há 40 anos, eu venho para aqui desde os quatro. Gostava que um dia os meus netos vissem esta beleza única como eu a conheci.” No entanto, apesar de reconhecer que o passadiço “fazia falta pelo pressuposto de conservação da natureza”, a nova estrutura de madeira veio tirar-lhe o estacionamento à porta e isso “mudou os paradigmas do negócio”. Às vezes, tem de ir buscar ou levar clientes a casa porque nem os taxistas ali querem ir. Não há iluminação mas o pó chega para cobrir os carros.

O Restinga é o último restaurante da fileira de estabelecimentos que se sucede em catadupa quase até à Prainha. A partir daqui a estrada suspensa de madeira deixa de contemplar a natureza para servir um único propósito: unir, quase em linha recta, os parques de estacionamento, os apoios de praia, os acessos ao areal, os blocos de apartamentos e as unidades hoteleiras do grupo Pestana. Cinco bordejam o passadiço — e o grupo madeirense financiou parte da estrutura. No total, são quase seis quilómetros, da ria até à praia dos Três Irmãos. O sol sobe implacável ao meio-dia, é um corrupio de sotaques, chinelos, sacos, toalhas, chapéus-de-sol e geleiras. Há quem esteja a chegar e quem parta para o almoço. Um miúdo interrompe a parafernália dos pais para esticar a mão para lá do corrimão do passadiço. “Adeus, praia”, grita entre acenos.

Informação retirada daqui

terça-feira, 19 de abril de 2016

A ria de Alvor é um Sítio Ramsar


A Convenção sobre Zonas Húmidas constitui um tratado inter-governamental  adoptado em 2 de Fevereiro de 1971 na cidade iraniana de Ramsar. Por esse  motivo, esta Convenção é geralmente conhecida como "Convenção de Ramsar"  e representa o primeiro dos tratados globais sobre conservação.

A Convenção entrou em vigor em 1975 e conta actualmente com 150 países  contratantes em todos os continentes. Actualmente, foram designados pelas Partes contratantes cerca de 1.600 sítios de importância internacional, cobrindo  cerca de 134 milhões de hectares de zonas húmidas. Segundo o texto aprovado  pela Convenção, zonas húmidas são definidas como "zonas de pântano, charco, turfeira ou água, natural ou artificial, permanente ou temporária, com água  estagnada ou corrente, doce, salobra ou salgada, incluindo águas marinhas cuja  profundidade na maré baixa não exceda os seis metros". Portugal ratificou esta Convenção em 1980, tendo como obrigações:

Designar zonas húmidas para inclusão na Lista de Zonas Húmidas de Importância Internacional. 
Estes sítios são reconhecidos a partir de critérios de representatividade do ecossistema, de valores faunísticos e florísticos e da sua importância para a conservação de aves aquáticas e  peixes;

-Elaborar planos de ordenamento e de gestão para as zonas húmidas, com vista à sua utilização sustentável; e Promover a conservação de zonas húmidas e de aves aquáticas, estabelecendo reservas naturais  e providenciar a sua protecção apropriada.

Fonte: ICNB

sábado, 9 de abril de 2016

Grandes Aves Terrestres presentes na Ria de Alvor


Poupa
Upupa epops

A sua poupa tão característica faz desta ave uma das espécies mais emblemáticas da nossa fauna.

Identificação
Inconfundível, com o seu característico padrão preto e branco nas asas, e a cabeça e pescoço ocres. No entanto, a particularidade morfológica mais óbvia desta ave é a sua crista (poupa) pronunciada, orlada por pontas pretas, que, quando levantada, se assemelha a um leque. Emite uma vocalização extremamente fácil de ser identificada, um pouco semelhante ao cuco.

Abundância e calendário
Esta é uma espécie abundante e com área de distribuição ampla, podendo ser encontrada sobretudo em habitats florestais pouco densos, nomeadamente montados de sobro e azinho, carvalhais, e em pinhais, assim como nas imediações de campos agrícolas. Na metade sul do território, pode ser encontrada durante todo o ano, sendo no entanto menos abundante no Inverno. Na metade norte, ocorre principalmente entre Março e Setembro, podendo ser vista ocasionalmente no Inverno, em zonas de clima mais ameno.

Informação retirada daqui

terça-feira, 29 de março de 2016

Grandes Aves Terrestres presentes na Ria de Alvor


Abelharuco
Merops apiaster

Identificação
Inconfundível. É uma ave terrestre de tamanho médio, ricamente colorida. Os aspectos mais característicos são a garganta amarela, o peito e o ventre azulados, o dorso vermelho e a máscara preta. A cauda é comprida, com as duas penas centrais a destacarem-se das restantes.

Abundância e calendário
O abelharuco é estival e chega geralmente a Portugal no início de Abril (por vezes em finais de Março) e está presente até ao mês de Setembro. É comum em quase toda a região a sul do Tejo, enquanto que para norte deste rio é menos comum e se distribui sobretudo pela metade interior do território, nas zonas de influência mediterrânica (Beira Baixa, Beira Alta e Trás-os-Montes).

Informação retirada daqui

sábado, 19 de março de 2016

Grandes Aves Terrestres presentes na Ria de Alvor


Mocho-galego
Athene noctua

Este pequeno mocho é a ave de rapina nocturna mais fácil de observar, devido aos seus hábitos parcialmente diurnos. O seu hábito de pousar em pontos altos, à beira da estrada, torna esta espécie bastante conspícua.

Identificação
Pouco maior que um melro, o mocho-galego chama a atenção pela sua característica silhueta arredondada. A plumagem é castanha, com malhas brancas, os olhos são amarelos. As suas vocalizações, que fazem lembrar um latido, são facilmente audíveis, podendo ouvir-se vários indivíduos a responder uns aos outros nas zonas onde a espécie é mais comum.

Abundância e calendário
O mocho-galego é uma ave relativamente comum e encontra-se de norte a sul do país. É uma espécie residente, que está presente no país durante todo o ano.É particularmente frequente em terrenos agrícolas com algumas árvores dispersas e em olivais. Muitas vezes ocorre em ruínas ou amontoados de pedras, que usa para nidificar. Está ausente em zonas de altitude, bem como em áreas densamente florestadas.

Informação retirada daqui

quarta-feira, 9 de março de 2016

Grandes Aves Terrestres presentes na Ria de Alvor


Alcaravão
Burhinus oedicnemus

O misterioso alcaravão é uma ave difícil de observar. A maioria dos contactos com esta espécie envolve indivíduos a fugir ou observados a grande distância.

Identificação
Grande limícola de aspecto acastanhado. Caracteriza-se pela plumagem críptica, que faz com que facilmente se confunda com a paisagem envolvente. As patas são amarelas, o bico é amarelo com a ponta preta. Em voo nota-se a ponta das asas pretas com dois pequenos quadrados brancos. O seu chamamento assobiado, que se faz ouvir à noite ou ao crepúsculo, é um dos principais sinais da sua presença.

Abundância e calendário
Contrariamente à maioria das limícolas, o alcaravão é uma ave de hábitos terrestres, só raramente aparecendo perto de água. Embora não sendo raro, o contacto com esta espécie é dificultado pelos seus hábitos furtivos, o que contribui para transmitir uma ideia de grande escassez. Durante a Primavera surge isolado ou aos pares, mas no Inverno os alcaravão reúne-se em bandos que podem ser compostos por dezenas ou mesmo centenas de indivíduos. A espécie está presente em Portugal durante todo o ano, mas julga-se que alguns indivíduos sejam migradores, que apenas nos visitam no Inverno.

Informação retirada daqui

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Grandes Aves Terrestres presentes na Ria de Alvor


Garça-boieira
Bubulcus ibis

A garça-boieira é uma fiel acompanhante do gado bovino, podendo ser vista com frequência nos campos, procurando alimento entre aqueles animais.

Identificação
É uma garça de média dimensão, com a plumagem quase totalmente branca, mas com manchas alaranjadas no dorso e na coroa, sobretudo durante a época de reprodução. O bico é amarelo, tornando-se alaranjado na Primavera. As patas são pretas, mas também se tornam alaranjadas na época de criação.

Abundância e calendário
Esta garça pode ser vista em Portugal durante todo o ano. É geralmente bastante numerosa e não é raro encontrar bandos de várias centenas de aves juntas. Esta é a mais terrestre de todas as garças, surgindo muitas vezes longe de água, associada ao gado bovino, equino e ovino ou acompanhando as máquinas agrícolas.

Durante a época dos ninhos ocorre principalmente a sul do Tejo e na Beira Baixa, observando-se as maiores concentrações nas zonas das colónias, mas a partir do final do Verão aparece também com bastante frequência na Beira Litoral e, por vezes, no norte do país.

Informação retirada daqui

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

A Ria de Alvor


No cruzamento de acesso à vila da Mexilhoeira Grande na EN125 corta-se em direcção a sul, na direcção  oposta à vila. Atravessa-se a passagem de nível do ramal de Lagos da Linha do Algarve (dista cerca de 100  metros) e entramos na Quinta da Rocha, uma península que nos leva à Ria de Alvor.

Seguindo em frente atravessam-se campos agrícolas, grande parte abandonados, dominadas por culturas  de pequena dimensão compostas por amendoeiras, oliveiras, alfarrobeiras, romãzeiras, marmeleiros e  figueiras, bem como alguns pequenos pomares de citrinos e baldios.

Durante este percurso é fácil observar fringilídeos (pintassilgo, chamariz, verdilhão, pintarroxo) e ainda  trigueirão, pega-azul, poupa e, na época de nidificação, durante o dia no topo de um poste telefónico ou casa  em ruínas, o mocho-galego. Nas áreas de pastagem a acompanhar o gado bovino ou caprino temos  garças-boieiras. No Verão o abelharuco e as diferentes andorinhas mostram sua beleza e agilidade.

Nos campos agrícolas, durante a migração outonal é possível observar o movimento de centenas de  passeriformes que procuram áreas de repouso e  alimentação durante esta epopeia que é a migração. Destacam-se como migradores de passagem  chasco-cinzento, rouxinol-pequeno-dos-caniços,  felosa-poliglota, felosa-das-figueiras,  toutinegra-de-barrete-preto, felosa-comum,  papa-moscas-cinzento, papa-moscas-preto, em como  outras espécies de felosas. No Inverno é comum  observar alvéola-branca, pisco-de-peito-ruivo e  rabirruivo-preto. Ao longo do ano para além das aves  associadas a campos agrícolas, é possível encontrar o  alcaravão.

Chegados ao parque de estacionamento, a zona húmida – laguna e sapais – pode ser explorada a pé seguindo o dique que rodeia uma área de sapal. Nesta área de sapal pode-se observar flamingo, garça-
real, garça-branca-pequena, maçarico-de-bico-direito, borrelho-de-coleira-interrompida, borrelho-grande-de-coleira, pernilongo, cotovia-de-poupa e muitas outras aves limícolas. Na laguna durante a maré vazia as gaivotas-argênteas descansam nos bancos de areia a descoberto. 

Entre  elas há sempre a oportunidade de ver outras espécies de aves como o corvo-marinho-de-faces brancas, o  ostraceiro, o pilrito-das-praias, o garajau-comum e o garajau-grande. Na época de nidificação, a andorinha-do-mar-anã encontra nesta área um local privilegiado de alimentação, nidificando no sistema dunar que separa a ria do mar.

Junto às salinas nos bancos de vasa e sapal que se encontram na ribeira de Odiáxere a presença do maçarico-galego, da rola-do-mar e da tarambola-cinzenta não passa despercebido. Aqui, e ao longo dosdiques durante os meses de Inverno esconde-se o pisco-de-peito-azul. No Verão a alvéola-amarela mostra os seus voos graciosos nas áreas interiores de sapal.

A partir da vila de Alvor este sistema estuarino pode ser explorado percorrendo a pé o sistema dunar. No interior, durante a maré vazia nos bancos de areia a descoberto para além da gaivota-argêntea, é possível observar o garajau-comum. Junto à embocadura da ria nos bancos de areia observam-se ostraceiro, rola-do-mar, pilrito-das-praias entre outras aves limícolas. Nas dunas observa-se cotovia-de-poupa, borrelho-de-coleira-interrompida e andorinha-do-mar-anã, que utilizam esta área para nidificar.

Melhor época: Setembro a Maio

Distrito: Faro
Concelhos: Lagos e Portimão
Onde fica: A Ria de Alvor localiza-se no barlavento algarvio entre as cidades de Portimão e Lagos. Para quem vem de Lisboa, seguir pela A2 e depois pela A22 saindo no nó de Alvor. Para chegar à Quinta da Rocha, na EN125 no cruzamento da Mexilhoeira Grande – vila situada entre as cidades de Portimão e Lagos – virar para Sul, 150 metros mais à frente atravessar a passagem de nível e seguir em frente cerca de 2,5 Km até chegar junto do sapal e estuário. Aqui pode-se deixar o carro e explorar a pé o dique. No caso de querer explora a Ria de Alvor a partir do sistema dunar deverá tomar a direcção de Alvor. Aqui chegado deixaro carro na zona ribeirinha de Alvor e seguir a pé entre o sistema dunar e o estuário/sapal até ao molhe e regressar pela praia.

Informação retirada daqui

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Ria de Alvor

O Rio Alvor (ou Ria de Alvor) é um pequeno rio português, resultante da união de quatro cursos de água nascidos na encosta Sul da Serra de Monchique: a ribeira do Farelo e a ribeira da Torre (que desaguam na sua margem a nascente) e a ribeira de Odiáxere com a sua aflente ribeira do Arão (que desaguam na margem poente). A partir daí estabelece uma ria alargada, que constitui a fronteira natural entre as freguesias de Odiáxere (concelho de Lagos), Mexilhoeira Grande e Alvor (concelho de Portimão).

A Ria de Alvor está reconhecida como Sítio de Importância Comunitária (PTCON0058). Dela fazem parte dunas cinzentas, praias e estuários, terrenos agrícolas, mato semi-natural, pinhal e sapais salgados, além de abrigar espécies e habitats de interesse comunitário, conforme a Directiva Habitats.

As duas maiores propriedades na Ria de Alvor são a Quinta da Rocha e a Abicada .

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Ria de Alvor


O Rio Alvor (ou Ria de Alvor) é um pequeno rio português, resultante da união de quatro cursos de água nascidos na encosta Sul da Serra de Monchique: a ribeira do Farelo e a ribeira da Torre (que desaguam na sua margem a nascente) e a ribeira de Odiáxere com a sua aflente ribeira do Arão (que desaguam na margem poente). A partir daí estabelece uma ria alargada, que constitui a fronteira natural entre as freguesias de Odiáxere (concelho de Lagos), Mexilhoeira Grande e Alvor (concelho de Portimão).

A Ria de Alvor está reconhecida como Sítio de Importância Comunitária (PTCON0058). Dela fazem parte dunas cinzentas, praias e estuários, terrenos agrícolas, mato semi-natural, pinhal e sapais salgados, além de abrigar espécies e habitats de interesse comunitário, conforme a Directiva Habitats. As duas maiores propriedades na Ria de Alvor são a Quinta da Rocha e a Abicada .

The Rio Alvor (or Ria de Alvor) is a small river Portuguese, resulting from the union of four watercourses born in south slope of the Serra de Monchique: the banks of the river Bran and Tower (which flow in your room to the east) and Odiáxere creek with its aflente banks of Aaron (which flow into the west bank). From then establishes a broad estuary, which forms the natural boundary between the parishes of Odiáxere (municipality of Lagos), Mexilhoeira Grande and Alvor (Portimão).

The Ria de Alvor is recognized as a Site of Community Importance (PTCON0058) .1 Her part gray dunes, beaches and estuaries, agricultural land, semi-natural forest, pine forest and salt marshes, besides hosting habitats and species of Community interest, as the Habitats Directive.
The two largest properties in the Ria de Alvor are the Quinta da Rocha and Abicada.